Dra. Beatriz & Dr. Antônio

Conheça os Profissionais

Dra. Beatriz Patz de Morais

CRM 9691

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) / Escola Paulista de Medicina (EPM), em 2012, onde também fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia, de 2013 a 2016.

Especialista em Medicina Fetal e Obstetrícia de Alto Risco pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) / Escola Paulista de Medicina (EPM), onde concluiu nova residência médica em 2017.

Possui Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).

Obteve Título de Mestrado pelo Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) / Escola Paulista de Medicina (EPM), quando defendeu sua tese em 2017.

Membro da equipe de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde, MT.

Dr. Antônio Valderico de Morais

CRM 9635

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) / Escola Paulista de Medicina (EPM), em 2012, onde também fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia, de 2013 a 2016.

Especialista em Oncologia Ginecológica pela Universidade de São Paulo (USP), onde concluiu nova residência médica em 2017.

Possui Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).

Membro da equipe de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde, MT.

Serviços

O parto respeitoso é aquele em que se respeitam as vontades da parturiente e da nova família que nasce com o recém-nascido.

Nele, há um comprometimento mútuo da equipe profissional e dessa família desde sua primeira consulta: todas as informações serão transmitidas à paciente (baseadas nas últimas evidências científicas), a qual terá a total liberdade de tomada das decisões. Quando existir a real necessidade de uma intervenção visando a segurança da parturiente e seu filho, a paciente é informada e sua decisão é respeitada.

Preferimos a palavra “respeitoso”: acreditamos que o conceito de “parto humanizado” seja hoje mal interpretado como um procedimento sem intervenções. Não abominamos suas técnicas, pelo contrário – elas têm indicações precisas e, muitas vezes, são necessárias e salvam vidas.

Não importa se o desejo da gestante é ter o parto em casa ou no hospital, cesariana ou parto normal, de cócoras ou em posição ginecológica: o sonho e planejamento da família devem ser respeitados, sempre com atenção para os possíveis riscos e intervenções que se fizerem necessárias.

Pré-natal de Risco Habitual

Também chamado de Pré-natal de Baixo Risco, engloba o atendimento à gestante que não possui doenças ou complicações que aumentem a morbidade para mãe e feto durante a gestação e pós-parto. Todavia, merece toda atenção! Segue consultas e exames rotineiros e ajuda multiprofissional. Indicamos seguimento nutricional e orientamos fisioterapeutas para o preparo perineal e realização do parto normal.

Fazemos encontros de casais para preparação e retirada de dúvidas sobre o parto e o pós-parto. Contamos com a enfermeira obstetra e doula Carla Sandri.

Pré-natal de Alto Risco

Ocorre quando se diagnostica qualquer condição que aumente a morbidade para mãe e feto comparativamente às gestações regulares. A mesma é seguida mantendo-se os controles habituais; porém, acrescidos de cuidados necessários, principalmente, para a prevenção de futuras complicações. Nossa equipe possui formação para prevenção, manejo e controle de tais desfechos adversos.

As condições mais frequentes que intitulam a gestante nesta categoria são: hipertensão, diabetes, distúrbios da tireoide, alterações ultrassonográficas e as trombofilias.

Oferecemos ultrassonografia durante todo o período gestacional, seja ultrassom obstétrico, obstétrico com Doppler, ultrassonografia morfológica, 3D ou 4D.

Realizamos procedimentos fetais quando houver necessidade de fazer alguma investigação mais apurada para constatar anomalias genéticas e estudo do cariótipo fetal (cromossomos). Entre os procedimentos, estão amniocentese, cordocentese e biópsia de vilo corial.

Além da consulta de rotina, realizamos alguns dos exames preventivos necessários: coleta de Papanicolau, captura híbrida de HPV, colposcopia e ultrassom transvaginal. Discutimos sobre os diferentes métodos anticoncepcionais, individualizando cada um de acordo com as preferências e necessidades da paciente, inclusive com inserção de Dispositivo Intrauterino (DIU), Sistema Intrauterino de Levonorgestrel (SIU) ou Implantes contraceptivos.

Porém, nosso objetivo é transcender o comum! Discutimos e conversamos sobre o bem-estar físico e psicológico da mulher, procurando aquilo que se encontra além das informações gerais. Vai além do atendimento físico, e a atuação no ambiente biopsicossocial é primordial, com uma atenção humana, individualizada e personalizada.

Procuramos proporcionar qualidade de vida à mulher por meio da melhora de queixas sexuais, queixas da menopausa e da própria estética genital.

A área da ginecologia apresenta algumas patologias que necessitam de cirurgia: mioma uterino, endometriose, cisto de ovário e incontinência urinária. A via de acesso pode ser a cirurgia clássica (quando ocorre a incisão tradicional na pele como a da cesariana), videolaparoscopia e vaginal. A videolaparoscopia surgiu para melhorar a recuperação pós-operatória e diminuir os riscos cirúrgicos, tempo de internação e os tamanhos das cicatrizes.

Por outro lado, existem outras patologias que repercutem na qualidade de vida da mulher, como a perda de urina ou o prolapso genital (popularmente chamada de "bexiga caída"). Elas requerem cirurgias cuja abordagem se dá pela via vaginal. Essa abordagem costuma ser simples e rápida e garante excelente qualidade de vida para a paciente.

Realizamos cirurgias por essas três vias de acesso e cada abordagem é explicada para a paciente, com uma decisão conjunta baseada nas vantagens e desvantagens de cada procedimento.

Existem vários tipos de cânceres ginecológicos, sendo os de mama, colo de útero e endométrio os mais comumente encontrados na mulher – nessa ordem.

Com o aumento da expectativa de vida da população, a incidência de tais tumores vem aumentando, o que merece atenção especial a cada dia. Hoje é a segunda causa de morte entre as mulheres em nosso país. Faz parte do atendimento básico à mulher a prevenção e diagnóstico precoce dos mesmos.

Atualmente, com os avanços na área de saúde, obtemos altas taxas de cura quando o diagnóstico é precoce e o tratamento é prontamente instaurado. E, para isso, torna-se mais uma vez necessária a importância da consulta de rotina ao ginecologista.

Recomendações

Saúde da Mulher

  • Importância do acompanhamento médico constante

    O ginecologista é o clínico da mulher. Mais do que cuidar de doenças, ele a ajuda a entender seu corpo e suas fases de desenvolvimento, enxergando-a como um todo.

    Identifica doenças dos órgãos femininos que não causam sintomas e são diagnosticadas apenas em rotinas ginecológicas. É um trabalho que envolve o manejo de suas adaptações físicas, psicológicas e sociais diante de suas mudanças fisiológicas ou de doenças específicas.

    O acompanhamento constante possibilita a programação da gestação, prevenção de doenças como diabetes gestacional, hipertensão gestacional (pré-eclampsia e eclampsia) e parto prematuro.

    Ainda, a rotina ginecológica permite o diagnóstico precoce de doenças sexualmente transmissíveis – DST (HPV, herpes genital, sífilis, HIV e hepatites), tumores ginecológicos (colo de útero, útero, mama e vagina), disfunções menstruais e endometriose.

    Doenças clínicas – hipertensão, diabetes e doenças da tireoide – também são diagnosticadas por ginecologistas, com o devido referenciamento ao especialista.

  • Quando começar o acompanhamento médico

    Não existe idade certa para começar a ir ao ginecologista. Existe uma recomendação de que as meninas procurem um profissional a partir da primeira menstruação.

    A primeira ida costuma causar temor nos pais, que a relacionam ao início da vida sexual – o que nem sempre ocorre. Mesmo sem vida sexual, a menina necessita de orientações nessa fase delicada que é a da puberdade, com seu organismo tomado por mudanças diárias.

    O ginecologista ajuda muito a menina e a família neste contexto, respondendo a dúvidas para as quais nem mesmo a família está preparada.

    Pesquisas apontam que o acompanhamento desde cedo não impacta no início precoce da vida sexual, mas sim em menores índices de gravidez na adolescência e DST.

    É imprescindível a ida ao especialista antes da primeira relação sexual. A consulta pode ser realizada sem a presença da mãe e o sigilo médico é lei. Pesquisas também mostram que a consulta sem a presença da mãe aumenta a confiabilidade entre elas.

  • O acompanhamento da mulher idosa

    O período da transição para a menopausa e pós-menopausa é complexo; envolve sintomas desconfortáveis e a mulher pode necessitar de ajuda para manejá-los.

    As modificações nos órgãos íntimos continuam mesmo após a menopausa e a mulher necessita de orientações. Existem patologias mais frequentes nessa faixa etária: tumores malignos (que, diagnosticados precocemente por uma rotina, possuem alto índice de cura) e sintomas genitais (prurido e corrimentos).

    Com o aumento da expectativa de vida das brasileiras, a vida sexual da mulher moderna se alongou, e a sexualidade tornou-se um assunto muito importante, passando a envolver seu bem-estar e qualidade de vida.

    Questões como diminuição do desejo sexual, dor ou desconforto durante a relação são sintomas frequentes nesta fase e que merecem atenção e manejo, além da preocupação com doenças sexualmente transmissíveis, das quais a mulher não está isenta nesta idade.

  • Cuidados diários para manter-se saudável

    A velha receita de bolo: atividade física regular, dieta balanceada e evitar tabagismo e outros vícios.

Planejamento da Gestação

  • Considerações antes de engravidar

    O planejamento gestacional é tão importante quanto o pré-natal.

    A idade é o primeiro ponto. A gestação na adolescência ou acima dos 40 anos traz riscos.

    Segundo ponto: o peso pré-gestacional. O sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de pré-eclampsia e diabetes na gestação, entre outras doenças. O ideal é se programar para gestar e tentar perder peso antes de engravidar.

    Condições que a mulher tenha, como diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, lúpus ou cardiopatias, entre outras, devem ser controladas antes da gestação.

    A suplementação com acido fólico é geralmente indicada desde o planejamento da gestação até 12 semanas de gravidez, pois previne problemas no sistema nervoso do feto, como anencefalia e mielomeningocele.

Gestação

  • A importância do pré-natal

    O pré-natal habitual é composto por consultas mensais até as 32 semanas, quinzenais da 32ª à 37ª semana e, então, semanal até o momento do parto.

    Não existe alta do pré-natal!

    Esse acompanhamento é imprescindível para orientações sobre atividade física, viagens e alimentação, além da prevenção e diagnóstico de doenças que podem tornar a paciente como sendo de alto risco.

    À medida que ela se torna de alto risco, nosso seguimento é individualizado, a depender da doença de base.

  • A definição do tipo de parto

    O principal aspecto é o desejo da gestante! A gestante é a protagonista! Logo, toda sua vontade deve e será respeitada no momento do parto.

    Temos o compromisso e a responsabilidade de oferecer todas as orientações sobre as indicações e tipos de parto, bem como sanar dúvidas e preocupações – tudo com base em evidências científicas atuais, e não em indicações antigas ou populares.

    Conversamos sobre as indicações absolutas (quando os riscos de parto normal são muito elevados) e relativas (quando os riscos de parto normal são maiores do que para a média da população) de parto cesariano.

    Nossa equipe oferece cursos frequentes para gestantes e familiares, nos quais entramos mais profundamente no tema e no que esperar desse momento. Trata-se de um encontro incrível: mais do que tirar dúvidas, pode-se compartilhar com outras famílias os medos, preocupações, sonhos e alegrias.

  • A importância do acompanhamento familiar

    O apoio do(a) companheiro(a) e da família é imprescindível durante toda a gestação e, principalmente, no momento do parto.

    Trabalhos científicos mostram que a mulher se sente muito mais realizada no seu parto quando tem seu(sua) companheiro(a) consigo na sala. Muitos parceiros descrevem o momento como único e recomendam para outros acompanhantes que estejam presentes no nascimento.

    O companheiro(a) pode ser um(a) bom(boa) aliado(a) do obstetra durante todo o pré-natal, ajudando a gestante na adesão aos tratamentos propostos, dieta, atividade física e também no âmbito psicológico.

    Além do(a) companheiro(a), a presença de um profissional focado no suporte contínuo da gestante também tem importância.

    Evidências científicas recentes mostram que a presença da doula traz mais satisfação à parturiente, reduz o tempo do trabalho de parto, diminui o número de intervenções e a necessidade de analgesia farmacológica (peridural e raquianestesia), causa taxas menores de parto cesariano e até mesmo melhor vitalidade do recém-nascido ao nascer.

Parceiros

Grupo AMANA

Apoiamos o Grupo AMANA – Acolhimento à Maternidade, Nascimento e Amamentação, uma equipe de parto domiciliar planejado.

Participamos de suas rodas mensais de parto.

O grupo é composto por quatro enfermeiras obstetras e doulas, que são nossas parceiras: Carla Sandri (Lucas do Rio Verde), Kelli Gil (Sorriso) Marilene Ferraz Ritter e Kescimara Santin (Sinop).

Profissionais da Saúde

Isabela Hauptmann Faria de Paula é médica formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos (FCMS) em 2013. Concluiu residência médica em pediatria pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) no ano de 2015.

É parceira da Dra. Beatriz e do Dr. Antônio na recepção e nos cuidados ao recém-nascido na sala de parto. Atua de maneira humanizada, permitindo o maior contato possível entre mãe e o recém-nascido, realizando o mínimo de intervenções necessárias ao bebê.

Ela faz consultas perinatais (antes do nascimento) que solucionam todas as dúvidas do casal grávido quanto ao dia do parto e à assistência ao recém-nascido no momento do nascimento. Também participa das rodas de parto falando sobre a visão do pediatra em relação ao parto.

Faz todo o seguimento pós-parto do recém-nascido e pode realizar o seguimento de puericultura (acompanhamento do crescimento da criança) por toda infância e adolescência.

Saiba mais

Carla Sandri é enfermeira graduada pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) em 2011 e pós-graduada em Enfermagem Obstétrica pelo Instituto Interamericano – Cuiabá, em 2015.

Além de suas atividades como enfermeira, atua como doula e consultora em amamentação desde 2014, em Lucas do Rio Verde.

Atualmente, é membro da Equipe de Parto Domiciliar AMANA – Acolhimento à Maternidade, Nascimento a Amamentação, atuando com mais três enfermeiras obstetras na cidade de Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop.

É idealizadora do Projeto “O Parto na Roda”, em andamento desde 2015, no qual promove encontros mensais, abertos e gratuitos, com o objetivo de informar, acolher e compartilhar informações sobre gestação, parto e puerpério com gestantes, casais, profissionais e simpatizantes do movimento do parto humanizado.

É defensora dos direitos reprodutivos da mulher, bem como sua autonomia para decidir a via de parto por meio da escolha informada e consciente.

Acompanha as mulheres sempre baseada em evidências científicas. Durante o pré-natal, faz as consultas de forma individualizada ou em parceria com a Dra. Beatriz e/ou o Dr. Antônio, trocando informações e realizando encaminhamentos de acordo com a necessidade avaliada.

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